escólio João Alves Matos · CRP 03/13780
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Primeiro contato

A conversa inicial marcamos pelo WhatsApp. Não é uma sessão como as que seguem: é um encontro de conhecimento mútuo. Pode durar um pouco mais que os cinquenta minutos padrão e serve para que eu entenda o que traz a pessoa até aqui, explique como trabalho na prática e avaliemos juntos se faz sentido seguir. Não há cobrança se não houver continuidade.

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Abordagem

Sou psicólogo clínico individual. Minha abordagem é a Análise do Comportamento, com ênfase em Terapia Analítico-Comportamental (TAC) e Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT).

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Quem atendo

Atendo adultos individualmente - não faço atendimento de casais, famílias ou grupos. As questões que chegam com mais frequência têm a ver com padrões que se repetem: na forma de reagir, de se relacionar, de tomar decisões. Às vezes a pessoa chega sabendo o nome do que sente; às vezes chega com um diagnóstico; às vezes sabe apenas que algo não fecha. Em todos os casos, o que orienta o trabalho é a mesma pergunta: o que sustenta esse padrão, e o que seria possível a partir daí.

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Diagnósticos

Quem chega com um diagnóstico traz algo importante: uma nomeação que muitas vezes organizou uma experiência longa e difusa. Esse é um ponto de partida, não de chegada. Diagnósticos orientam a leitura clínica, mas raramente respondem à pergunta que importa: por que esse padrão, nessa pessoa, agora? Essa pergunta exige mais tempo e mais especificidade do que uma categoria clínica consegue oferecer.

A avaliação desse contexto ocorre na conversa inicial, assim como os devidos encaminhamentos, quando necessário.

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Entendimento e mudança

O processo não termina quando o desconforto passa. Termina quando o entendimento sobre o próprio padrão é sólido o suficiente para orientar o que vem depois - não qualquer direção, mas o fortalecimento do que está alinhado com a vida que essa pessoa vai construindo como válida. Esse entendimento - saber quem se é e quem se valoriza ser - é algo que o processo cultiva e que permanece depois que ele termina.

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Frequência

As sessões têm cinquenta minutos em média e acontecem semanalmente. Essa frequência não é por protocolo: é o ritmo que, na minha experiência, permite que o trabalho tenha densidade sem se perder entre os encontros. Ajustes são possíveis, mas a regra de entrada é semanal.

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Modalidade

Atendo presencialmente, em Ondina, Salvador, e de forma remota, por videochamadas. A escolha depende da logística de cada pessoa e, às vezes, do momento do processo. As duas funcionam; não há hierarquia entre elas.

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Honorários

Os valores são apresentados antes de qualquer compromisso, na conversa inicial. O pagamento pode ser organizado por sessão ou por mês - em ambos os casos, o que se sustenta é um processo, não uma consulta avulsa. Não os publico aqui: fazem parte de uma conversa direta. Não atendo por convênios.

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Sigilo

O que é dito aqui fica aqui. É uma condição que levo a sério por convicção tanto quanto por cumprimento de norma. A relação terapêutica depende de um espaço genuinamente protegido, e manter esse espaço é parte do que entendo como responsabilidade com quem atendo.

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Supervisão

Ofereço supervisão clínica para psicólogos, em formato individual ou em grupo, presencial ou remota. A frequência e o formato dependem da demanda, do momento da prática e dos objetivos de cada colega supervisionando. Se tiver interesse, o caminho é o mesmo: WhatsApp. Quem chega com um caso difícil ou sem clareza sobre o que precisa já tem material suficiente para começar. Há mais sobre o que orienta a supervisão em Como trabalho.

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Por que "escólio"?

Um escólio é, na definição mais simples, a nota que se faz à margem de um texto clássico. A definição mais simples, porém, não é a única, nem é a que mais me interessa. O nome veio antes do site, e o ensaio escólio é onde explico por quê.

Há mais sobre o método na página Como trabalho.

João Alves Matos · Psicólogo · CRP 03/13780